Programa Todo Seu – Quadro Conselheiro Sentimental

Nesta publicação venho compartilhar com você a minha participação no programa Todo Seu, do Ronn

Por que falar de diversidade e sexualidade nos espaços educativos?

Hoje é SEXta feira dia de SEXplicando! Como convidei vocês na ultima postagem, em dezembro eu lanc

Convite do lançamento do livro: Diversidade e Sexualidade – Para quem educa em casa, na escola, na empresa e a si mesmo

É com muita alegria que convido você para o lançamento do livro “Diversidade e Sexualidade

 

Programa Todo Seu – Quadro Conselheiro Sentimental

fevereiro 10, 2017 in Autoconhecimento, Como, Desejo Hipoativo, Relacionamentos, Sexo

Nesta publicação venho compartilhar com você a minha participação no programa Todo Seu, do Ronnie Von, no quadro conselheiro sentimental, dia 31/01/17, em conjunto com a minha querida amiga e psicóloga Nina Taboada.

Por que falar de diversidade e sexualidade nos espaços educativos?

fevereiro 3, 2017 in Autoconhecimento, Diversidade e Sexualidade, Educação Sexual, Relacionamentos

Hoje é SEXta feira dia de SEXplicando!

Como convidei vocês na ultima postagem, em dezembro eu lancei um livro (co autora) junto com meu amigo Marcos Brogna (comunicador e educador) chamado: diversidade e sexualidade – para quem educa em casa, na escola, na empresa e a si mesmo. Nós criamos um canal do youtube (diversidade e sexualidade) para falar sobre todas as temáticas contidas no livro, tão importantes e ao mesmo tempo delicadas. Então compartilho hoje com você nosso primeiro vídeo questionando justamente o por que falar de diversidade e sexualidade nos espaços educativos. Lembrando que os espaços educativos não são apenas as escolas, mas todos os lugares, em casa, no trabalho, com os amigos, nas mídias e tantos outros espaços de convivência.

Espero que gostem!

Convite do lançamento do livro: Diversidade e Sexualidade – Para quem educa em casa, na escola, na empresa e a si mesmo

dezembro 2, 2016 in Diversidade e Sexualidade

É com muita alegria que convido você para o lançamento do livro “Diversidade e Sexualidade – para quem educa em casa, na escola, na empresa e a si mesmo” que escrevi junto com meu querido amigo e jornalista Marcos Brogna.

Ficarei muito feliz com a sua presença neste dia especial de realização de um sonho!

“Diversidade e Sexualidade são dois temas que integram a nova fronteira dos espaços educativos, em casa, em escolas ou universidades e nos ambientes de trabalho. O entendimento e o respeito às nossas diferenças, além da visão livre de mitos e tabus sobre nossa sexualidade, são cada vez mais importantes em um mundo em que já habitam 7 bilhões de humanos, todos diferentes uns dos outros mas que ainda aprender a conviver mais e melhor.”

Para saber mais sobre o livro: http://www.opee.com.br/index.php/diversidade-e-sexualidade/

Para conhecer nosso canal do Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC0-DNGEEJ327ClXDLze6VaQ

CONVITE LIVRO

 

Aids: vamos continuar a não dar atenção? Essa escolha tem trazido sérias consequências.

dezembro 1, 2016 in Como, DSTs, Sexo

imagemComo sabemos no dia 1ºde dezembro é comemorado o dia internacional da luta contra Aids. Há exatamente 1 ano, escrevi o texto a baixo, com os dados alarmantes em relação a Aids, alguns dos motivos que tem contribuído para esses números e algumas reflexões de como podemos fazer para aos poucos modificar esse cenário. E hoje, um ano depois, podemos dizer que as coisas não estão melhorando.

Além da Aids, infelizmente estamos acompanhando a volta da epidemia da sífilis,  o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde revela que os casos de sífilis adquirida (em adultos) aumentaram 32,7% no Brasil no período de 2014 a 2015. Entre gestantes, o crescimento foi de 20,9%, enquanto as infecções por sífilis congênita (transmitida pela mãe ao bebê. Além disso, no novo relatório do Centro de Controle de Doenças (CDC) estamos presenciando também o retorno do crescimento da gonorréia (13%) e clamídia (6%).

E então o que houve? De modo simplista, estamos nos colocando em situação de risco, não nos protegendo nas relações sexuais (sexo oral, anal e vaginal). As mesmas considerações que usei no texto a baixo em relação a Aids podem ser usadas para refletir sobre esse triste aumento das doenças sexualmente transmissíveis.

Conhecimento (informação +afeto +valores), educação e prevenção são sempre o melhor caminho. E então, o que você tem feito ou não feito para cuidar da sua própria saúde sexual e ajudar com a dos outros? Juntos, todos, podemos contribuir para construir um mundo melhor e mais saudável!

Aids: vamos continuar a não dar atenção? Essa escolha tem trazido sérias consequências.

 

No dia 1ºde dezembro, foi comemorado o dia internacional da luta contra a AIDS. E precisamos lutar mesmo. Infelizmente temos visto uma realidade em que a Aids apenas é lembrada neste dia, e também no carnaval. Precisamos urgentemente dar a devida atenção a esta doença que ainda não tem cura, pois os dados são assustadores. Segundo o relatório da Unaids (agência das Nações Unidas pela Aids), no mundo, a estimativa de novas infecções caiu de 3,1 milhões para 2 milhões entre 2000 e 2014. Esta notícia parece animadora, não? Talvez, mas no Brasil os dados são bem diferentes. No Brasil, no ano de 2000 as taxas de novas infecções por ano variavam entre 29 mil e 51 mil (margem de erro das estatísticas). Já em 2014 as taxas subiram para 31 mil a 57 mil novos casos por ano. E ainda mais alarmante, os jovens são os que estão com as taxas de aumento de contaminação de HIV maiores!

Você pode estar se perguntando: não temos hoje mais informações e um dos melhores tratamentos para HIV do mundo? Então porque esses números têm crescido no Brasil e principalmente entre os jovens? Trago aqui algumas considerações a respeito:

  • Fala-se muito pouco sobre a AIDS – fala-se pouco nas mídias, nas escolas, nas famílias, no governo… com isso, vemos desinformações e a perpetuação de vários mitos e tabus relacionados a: formas de contaminação; quem está sujeito a se contaminar; como funciona o tratamento; entre tantos outros.
  • Preconceito – muitas pessoas ainda acham que existe um grupo de risco específico. Não há! Existem comportamentos de risco, ou seja, todos nós, se não nos cuidarmos e não usarmos preservativos, podemos nos contaminar. TODOS!
  • Referências de pessoas – como felizmente hoje temos um tratamento aos soropositivos de referência mundial, não vemos com frequência pessoas morrendo em decorrência da AIDS, o que é fantástico! Porém, por outro lado, principalmente os jovens, não veem mais os seus ídolos morrendo em função da AIDS, e assim acham que não esta é mais uma doença grave. Ledo engano.
  • Falta prevenção –cada vez mais o foco em relação a AIDS é incentivar as pessoas a fazerem os exames de detecção para iniciar logo o tratamento, quando o vírus é detectado, mas cada vez menos vemos o foco na prevenção! Precisamos de todo apoio para que tornemos o uso da camisinha masculina e feminina um habito intrínseco, e não uma opção. Para isso, é necessário que este seja um assunto a ser “martelado” em nossas cabeças, com grande frequência. Por exemplo, que filmes, series e novelas (que tanto falam e mostram sexo) mostram o uso da camisinha?! Estamos falando de prevenção!
  • Falta trabalhamos a questão do afeto – além do pouco incentivo ao uso dos preservativos, é preciso que este foco não seja apenas na mera informação do tipo “use camisinha”. É preciso trazer conhecimento (informação + afeto +valores). Mais informações do tipo: como usar; em que momento usar; qual tipo de preservativo usar; em que modalidade sexual (oral, vaginal, anal). Além disso, precisamos trabalhar a questão da autoestima, do autoconhecimento e do respeito. Ou seja, muitas vezes a falta do uso do preservativo acontece por não se conseguir dizer “não” a um/uma parceiro(a) que possa estar fazendo chantagem emocional, usando a máscara do amor como desculpa. Se uma pessoa não tiver uma boa autoestima e respeito a si e ao outro, ela não vai usar.
  • Aliar ao combate às drogas – um dos motivos que muitas vezes faz os jovens e até mesmo os adultos não usarem o preservativo é o uso de drogas, que faz com eles não se lembrem ou não se importem em se proteger. Isso infelizmente é muito comum nas baladas, raves, HPs (house partys, festas em casa). E quando eu digo drogas, estou me referindo a todas, e obviamente isso inclui o álcool.

Portanto precisamos colocar a “boca no trombone” para falar de Aids, sexo, relacionamentos, drogas, autoestima, autoconhecimento, respeito, educação sexual, diversidade… Tudo isso está relacionado. Estamos falando de preservação da vida!

Programa Todo Seu – Quadro conselheiro sentimental

outubro 14, 2016 in Autoconhecimento, Desejo Hipoativo, Relacionamentos, Sexo

Nesta publicação venho compartilhar com você a minha participação no programa Todo Seu, do Ronnie Von, no quadro conselheiro sentimental, dia 06/10/16, em conjunto com a minha querida amiga e psicóloga Nina Taboada.

V Jornada Cepcos – Sexualidade: “o que não tem dono nem nunca terá: diferentes olhares”

agosto 31, 2016 in Cursos

Jornada V Novo

Como estimular o desejo sexual

julho 29, 2016 in Autoconhecimento, Como, Desejo Hipoativo, Relacionamentos, Terapia Sexual

water-290206_640No dia-a-dia, recebo pacientes em meu consultório com a queixa de baixa de desejo sexual. E cada vez mais a faixa etária é menor, como por exemplo entre os 20 e 30 anos. Muitas pessoas podem associar que baixa de desejo é problema das mulheres, mas muitos homens também estão sentindo essa dificuldade.

Várias podem ser as causas da baixa do desejo sexual (desejo sexual hipoativo), como: problemas físicos ou doenças, como alterações hormonais; uso de medicamentos como antidepressivos ou drogas; problemas no relacionamento; baixa autoestima; baixo autoconhecimento; repressão sexual; mitos e tabus; problemas psicológicos/emocionais, socioculturais e religiosos; estresse e ansiedade; entre tantos outros motivos que podem interferir no desejo sexual. Além, claro, de uma mistura de vários desses fatores, que é o mais comum.

Independentemente de quais são os motivos, uma questão que é bem importante e pode prejudicar o desejo sexual é uma crença errônea de que o desejo sexual surge espontaneamente e que ele não necessita ser cultivado. O desejo sexual pode surgir espontaneamente? Sim pode, mas isto não é o mais comum ao longo da vida. Muitas vezes trazemos essa ideia da adolescência e início da vida adulta, quando os hormônios estão à flor da pele (em ebulição), quando tudo é novidade, e dessa maneira o desejo muitas vezes surge mais espontaneamente mesmo.

Quando não se está mais nesta juventude e adicionando-se os tantos compromissos da vida adulta e um estilo de vida não muito saudável, tudo isso corrobora com essa diminuição de desejo. Correria no dia-a-dia, estresse, ansiedade, preocupações financeiras, cuidar da casa, do trabalho, da família, da parceria, do corpo, entre outras “obrigações”, muitas vezes faz com que o cuidado conosco mesmos (sono, atividade física, alimentação, lazer, saúde) e com o(a) parceiro(a) também diminua. Assim, a vida de casal e vida sexual podem ser negligenciados. Mas mesmo assim, queremos ter desejo como tínhamos na adolescência. Isso não parece um pouco irreal? E é.

Pensemos em uma metáfora, o “copo do desejo sexual”, que funciona como um termômetro do desejo. No dia a dia, como está esse copo? Cheio, vazio, meio cheio ou meio vazio? De maneira geral, o que costumamos fazer é apenas enchê-lo um pouco na hora da relação sexual. Nesta hora, se o copo estava vazio, ele apenas enche um pouco, e o resultado é que a relação acaba não sendo lá aquelas coisas, e foi necessário esforço, estímulo consciente para a vontade aparecer. Porém imagine se ao longo dos dias esse copo for sendo enchido, o desejo vai sendo cultivado, vai crescendo, aumentando as chances e oportunidades para ter relação sexual, e a chance dela ser mais gostosa e prazerosa é muito maior.

Bom, então vamos para algumas dicas de como encher o “copo do desejo”:

  • Carinho, atenção, cuidado, falar a mesma linguagem de amor da parceria, romantismo (se a parceria gostar), tudo isso já são formas da pessoa te querer mais perto.
  • Beijos, beijos e beijos. Os beijos são demonstrações de afeto, além de serem demonstrações de desejo, então é importante que eles não aconteçam apenas como precursores do sexo. E existem vários os tipos de beijo, então, por favor, não fique apenas no beijo estilo selinho, e muito menos, o beijo na bochecha e na testa que são beijos habituais em mães, filhos, tios e avós.
  • Toque físico, e não digo toque sexual, apenas toque, como: sentar perto um do outro; mãos dadas; abraços; cafuné; carinho; massagens; deitar de conchinha; assistir filmes/seriados juntinhos, entre tantos outros toques possíveis.
  • Dar asas aos estímulos. Primeiro tenha claro para você mesmo, que tipos de estímulos te aguçam a sexualidade, cito alguns exemplos que ouço no consultório: um corpo bonito, gostoso; um bate papo inteligente; um peitão; um decote; vestimentas sociais; perfume de homem/mulher; determinadas músicas; romantismo; determinados locais; filmes eróticos ou pornôs; ser cuidado(a); entre tantos outros. Esteja atento a eles. Depois de saber o que te estimula, e de começar a percebê-los no dia-a-dia, ao olhar para o estímulo, não comece logo em seguida a pensar nas contas a pagar, continue estimulando o mesmo na sua cabeça, imagine, crie uma fantasia, cultive.
  • Assista filmes que tenham sedução, atração, sexualidade. Se gostar, assista a filmes eróticos e/ou pornô de vez em quando. Leia contos eróticos ou livros eróticos, hoje existe uma quantidade enorme de exemplares.
  • Tenha prazer com você mesmo. Isso mesmo, estou falando de masturbação, autoconhecimento e prazer corporais com auxilio mental.
  • Provoque, estimule a parceria, deixe no ar o que você gostaria de fazer, o que você está fazendo ou pensando com a pessoa, o que você lembrou que já fizeram. A imaginação e a fantasia são seus aliados para o desejo.
  • E lembre-se, a sexualidade é muito mais do que apenas sexo (penetração), existem outras maneiras de se satisfazer e satisfazer a parceria.

Bom, vou deixando você por aqui com algumas reflexões: na sua lista de prioridades como está a vida a dois e a vida sexual? Como anda o seu copo do desejo? E o que você pode fazer para mantê-lo, pelo menos, acima da metade?

Eduquemos pela luz da convivência!

junho 17, 2016 in Autoconhecimento, Como, Gênero, Relacionamentos

Hoje compartilho com você um lindo texto do meu querido amigo e jornalista Marcos Brogna. Marcos usa os acontecimentos recentes do massacre ocorrido em Orlando e o caso do estupro coletivo no RJ para refletirmos sobre a nossa participação no dia a dia (consciente ou inconsciente, implícita ou explicita, direta ou indireta) em educar ou des-educar para o amor e para a diversidade humana, afinal, “diversos somos todos” (Reinaldo Bugarelli)! Confiram!

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Eduquemos pela luz da convivência!

O massacre nos EUA e o caso escabroso no Rio são dois exemplos de que precisamos educar pela tolerância se queremos um mundo habitável

A semana começou com mais uma daquelas notícias que nos tiram um pouco a esperança na humanidade: 50 pessoas mortas de forma cruel e absurda numa casa noturna dos Estados Unidos. É o maior massacre com armas da história daquele país, vitimando um público que já é, há muito tempo, alvo de preconceitos e intolerância. Semanas atrás, outro fato também estarrecedor aconteceu aqui no Brasil: o estupro coletivo de uma jovem no Rio de Janeiro.

Nos EUA, um único homem repleto de ódio atirou matando dezenas e ferindo outras dezenas de pessoas inocentes; no Brasil, foram mais de 30 violentando uma única garota. Em ambos os casos, a monstruosidade está presente, em duas das faces mais cruéis que ainda se revelam nas sociedades atuais: a homofobia e o machismo. O pior é saber que não são casos isolados, já que, só no Brasil, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada e, a cada 28 horas, um homossexual é assassinado.

O que nós, educadores e educandos, temos a ver com isso? Com os fatos propriamente ditos, nada, mas com os contextos que os envolvem e com a necessidade da formação de gerações que interrompam esse ciclo de ódio, tudo.

Paulo Freire escreveu que “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Pois, então, podemos, sim, trabalhar para mudar essa realidade, utilizando a arma mais poderosa do planeta, da qual não sai uma única bala nem machuca ninguém: o conhecimento.

Os dois fatos bárbaros descritos aqui são frutos podres de um plantio também podre. São a colheita da violência que brotou do plantio de sementes de ódio. E esse ódio tem um nome muito conhecido de todos nós: o preconceito, que está muitas vezes disfarçado de “tradição” ou até enraizado em uma estranha forma de fé que, em vez do amor, opta pela segregação.

Já chegamos à Lua e em breve chegaremos a Marte, porém ainda não conseguimos entender o universo imenso que há dentro de nós mesmos. Sócrates, há mais de 2 mil anos, já nos convidava a esse passeio profundo ao dizer “Conhece-te a ti mesmo”, ou seja, entenda a complexa natureza que há dentro de ti para poder ser melhor diante de todos.

Somos diferentes porque somos filhos de uma natureza que tem na diversidade a própria razão de existir, mas ainda insistimos em modelos impostos de amor, de afeto, de comportamentos, de felicidade, de escolhas, de gostos e opções.

Ora, que triste ironia! Em vez de exercermos a liberdade de viver a diferença que é da nossa própria natureza, levantamos muralhas para condenar os outros por não fazerem o que fazemos, por não gostarem do que gostamos, como se isso fosse algum problema para nós. A despeito de todos os direitos individuais conquistados ao longo da história, o mundo permanece repleto de fiscais intolerantes, prontos a condenar os que não seguem seus modos, como se houvesse uma “cartilha” única do que é “certo” ou “errado”, “normal” ou “anormal” para uma humanidade tão complexa.

Voltando a Paulo Freire, o que fazer senão educar?

É claro que tudo isso não se ensina apenas na escola, pois são muitos os espaços onde a educação pode (ou não) acontecer. Mas o desafio das instituições de ensino está cada vez maior no sentido da formação humana, que transcende o “conteudismo” das “grades” curriculares e enxerga o educando como pertencente a uma sociedade, a um contexto. Lembrando um pensamento de Mário Sérgio Cortela, “Não é a família que ajuda a escola na formação da criança. É o contrário”. Ou seja, estamos desafiados a uma educação que una escola e família, ligando ambos ao mundo pelo bem da humanidade.

Nelson Mandela falou certa vez que ninguém nasce racista, pois o racismo é algo que se ensina e, da mesma forma que pode ser ensinado, pode ser “desaprendido”. A premissa vale para todos os preconceitos. O machismo e a homofobia, motivadores dos crimes descritos no início deste texto, podem e devem ser “desaprendidos” e o papel dos educadores é muito importante nesse sentido. 

Se queremos um mundo melhor para se viver, um mundo mais justo para nós, para nossos filhos e para todas as futuras gerações, precisamos banir as podres sementes do ódio e plantar, em seu lugar, a semente da tolerância e da convivência. Precisamos abrir mentes e corações para a aceitação da diferença como fator da riqueza de nossa natureza. Ensinar diversidade não muda a natureza de ninguém: o que muda é apenas a forma de enxergar a si mesmo e ao outro, entendendo e respeitando.

(Texto: Marcos Brogna)

http://capacitaopee.com.br/?p=802

Programa Todo Seu – Fantasias Sexuais

maio 6, 2016 in Autoconhecimento, Relacionamentos

Nesta publicação venho compartilhar com você, a minha participação do mês de abril, no dia 19/04/16, no programa Todo Seu, do Ronnie Von. Conversamos neste encontro sobre as fantasias sexuais!
Espero que gostem!