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Programa Todo Seu – Quadro Conselheiro Sentimental

fevereiro 10, 2017 in Autoconhecimento, Como, Desejo Hipoativo, Relacionamentos, Sexo

Nesta publicação venho compartilhar com você a minha participação no programa Todo Seu, do Ronnie Von, no quadro conselheiro sentimental, dia 31/01/17, em conjunto com a minha querida amiga e psicóloga Nina Taboada.

Boutique Erótica – Programa Todo Seu

março 3, 2016 in Autoconhecimento, Relacionamentos, Sexo

Nesta publicação venho compartilhar com você, a minha participação no programa Todo Seu, do querido Ronnie Von. Este encontro foi um pouco diferente, fui na boutique erótica Constantine em São Paulo. Quer saber mais sobre esse “universo erótico”, então confira!

 

Namoro ou Amizade?

agosto 8, 2014 in Apimentar a relação, Desejo sexual, Relacionamentos, Sexualidade no Séc. XXI


download (1) - CópiaÉ natural que com o passar dos anos os relacionamentos tem aquele fogo da paixão diminuído, quando entra mais em cena o companheirismo, a cumplicidade, uma maior intimidade, e que a frequência do sexo diminui, passando a ser mais qualidade do que quantidade. Porém hoje eu estou aqui para escrever sobre uma situação semelhante, mas que tem ocorrido com casais com pouco tempo de relacionamento.

Em meu consultório, venho encontrando cada vez mais jovens casais, casados ou “juntados”  há pouco tempo, que estão vivendo uma relação que está parecendo mais uma amizade do que um namoro. Digo namoro, pois acredito que dentro de qualquer casamento ou relacionamento de longo prazo, o namoro deve sempre estar presente.

O que venho presenciando são casais jovens que praticamente não se beijam mais, a não ser aqueles selinhos, que às vezes vemos mães e pais dando em seus filhos. Eles não mais se abraçam, se acariciam, fazem carinho. A intimidade vai diminuindo ao invés de ir aumentando. O sexo se torna cada vez mais raro e normalmente para satisfazer o(a) parceiro(a), quase como um dever.

São vários os motivos pelos quais esta forma de relacionamento tem ficado cada vez mais comum. Citarei aqui os que acredito terem maior relevância.

  • Afazeres do dia-a-dia – tarefas e cuidados com casa, com os filhos, com o trabalho, entre outras mil tarefas. Ou seja, a tal rotina.
  • Estresse e ansiedade – as preocupações ficam constantemente permeando os pensamentos, sejam elas as finanças, o trânsito, a segurança, entre outros.
  •  Mídias e tecnologia – o tempo utilizado nos celulares, notebooks, tablets,  aplicativos, redes sociais, etc. Quando vemos, essas tecnologias “roubaram” boa parte do tempo em que poderíamos estar namorando ou nos relacionando presencialmente.
  •  Amigos e família – os vários compromissos com os amigos de cada lado e a família de ambos os lados, também tomam bastante tempo do casal.
  •  Individualismo – as pessoas estão cada vez mais “ensimesmadas”, focando apenas nas suas vontades e desejos, e não se preocupam com as vontades e desejos do companheiro. Assim, cada um faz o que quer fazer, e de vez em quando estão juntos. Quando estão, normalmente é com os amigos e a família. Desta maneira, novamente o casal não está só para ter momentos de intimidade. As concessões de ambos os lados estão mais raras.
  • Falta ou má comunicação do casal – aquele diálogo sincero onde ambos podem expor suas vontades, desejos, fantasias e dúvidas, não é praticado, e o que acontece são ressentimentos, mágoas e “engole sapos” o tempo todo. Resultado: distanciamento.

Então o que fazer para tentar mudar esse cenário? A dica mais importante que eu daria é voltar a namorar, com a mesma pessoa, é claro. A fase do namoro é a fase em que você quer conquistar a pessoa, então faz o possível e até o impossível para demonstrar o seu interesse, o cuidado e o amor. Portanto, seguem algumas dicas concretas: tenham sempre o momento a dois, mas o momento a dois especial, e não o da rotina do dia-a-dia. Vá ao cinema; jante fora; faça um jantar especial em casa; vá conhecer um lugar de seu interesse na sua cidade, ou na cidade vizinha; assista a um filme em baixo do cobertor; a imaginação não tem limites. Lembre-se de beijar muito. O beijo é um termômetro da relação, e não vale selinho somente; Mesmo que estejam trabalhando, lendo, estudando, fiquem próximos; Estão assistindo TV ou vendo um filme? Faça carinho no(a) seu(sua) parceiro(a). Fiquem juntos. Procurem conversar abertamente sobre a relação, sobre o sexo, sobre o que podem melhor, sobre as vontades; Lembre-se ainda de falar e demonstrar o “eu te amo” todos os dias; Faça uma surpresa que mostre que você pensou na pessoa amada; Use a criatividade; Esteja aberto para fazer terapia individual, de casal, de família, e até mesmo sexual.

Afinal de contas, o relacionamento é como uma planta, e esta deve ser regada constantemente para continuar crescendo bonita e saudável. Sem isso ela morre. Então “bora lá” cultivar e cuidar do nosso amor?

As “famosas” preliminares

outubro 11, 2013 in Apimentar a relação, Autoconhecimento, Desejo sexual, Relacionamentos, Sexo, Terapia Sexual

preliminares-segundo-o-kama-sutra-31-508Algumas definições do dicionário dizem que as preliminares são: que precede a matéria principal e serve para esclarecê-la; condição prévia. De fato, no dia a dia dos casais, é desta maneira que as preliminares são vistas. Porém, esta visão é um tanto quanto simplista, pois vê as preliminares apenas como algo que antecede o ato sexual. Desta forma estamos “genitalizando” a relação sexual, ou seja, reduzindo-a apenas aos órgãos sexuais e à penetração, desconsiderando o grande poder do corpo como um todo. Principalmente nos homens essa visão “genitalizada” do sexo é bastante comum, basicamente em função da nossa cultura patriarcal e fálica (centrada no homem e com foco em seu pênis).

A minha proposta aqui é de refletirmos sobre a amplitude das preliminares e encará-la como uma forma de: intimidade; aumento de excitação; conhecer um ao outro melhor; descobrir as diversas sensações corpóreas; conhecer, descobrir, explorar, acariciar e estimular seu(sua) parceiro(a) e a si mesmo. Além disso, que possamos vivenciar as preliminares simplesmente como uma forma de prazer e que este possa ser “o prato principal” da noite, e não apenas “o aperitivo”. Ou seja, que não seja preciso haver o ato sexual propriamente dito, mas que possamos ficar “apenas” nas preliminares e não termos a sensação de incompletude, que algo ficou faltando.

Existem diversas formas de preliminares, a imaginação e a criatividade são o limite, ou melhor, não há limite. Seguem algumas maneiras para inspiração:

  • Beijos, beijos e mais beijos. Você sabia que existem vários tipos de beijos? Além dos vários tipos, existem intensidades diferentes. Podem também ser acrescentados acessórios, como gelo, algo quente, bala…
  • Carícias e estímulos das áreas erógenas (áreas de prazeres do corpo) como: pescoço, costas, coxas (anterior, posterior e interior); boca; dedos; pés; seios; nádegas; vagina, pênis e outras tantas que vocês podem descobrir um no outro.
  • Jogos sexuais ou sensuais como: strip-tease; danças sensuais e pole dance; fantasias, e mesmo jogos encontrados em sex shops;
  • Masturbação mútua (ambos masturbando um ao outro ou a si mesmo);
  • Massagem para ajudar no relaxamento, descontração e até mesmo pra excitar;
  • Sexo oral ou mesmo anal;
  • Uma ligação especial, carinho, demonstração de afeto, cuidado, preocupação; uma insinuação, uma provocação, uma música, um presente…
  • Exploração do corpo, com: as mãos (mãos inteiras, dedos, unhas, causando arrepios); plumas; cabelo; o próprio corpo; gelo; óleos específicos para massagens; bebidas e guloseimas (champanhe, morango, chantilly…) entre outras formas.

O importante é lembrar que aqui estão apenas algumas sugestões, mas cada um é único e consequentemente cada casal também. Desta maneira, o que é prazeroso para um pode não ser para o outro. Uma área do corpo que causa muita excitação para uma pessoa pode não ser a mesma para outra.

E então, o que você está esperando? Explore, acaricie, estimule, descubra onde e o que te faz sentir prazer e para a sua(seu) parceira(o). Nós não nascemos sabendo, e além disso também vamos mudando e nos aprimorando, não é mesmo?

 

Brinquedos Eróticos

agosto 2, 2013 in Apimentar a relação, Autoconhecimento, Desejo Hipoativo, Desejo sexual, Mitos e tabus, Relacionamentos, Sexo, Sexualidade no Séc. XXI

vibradoresComo comentei na última publicação, os acessórios sexuais são uma forma de estimular nossos sentidos, o corpo, a relação. Para comprar esses brinquedos, além dos sex shops com lojas físicas, hoje temos as lojas virtuais, que auxiliam as pessoas que ainda tem vergonha ou são mais reservadas com relação a este tema.

A maioria das pessoas quando pensa em brinquedos eróticos, de primeira pensa nos vibradores. De fato ele é um dos produtos mais consumidos, existindo uma variedade enorme de modelos, com tamanhos, formatos, texturas e tecnologias diferentes, para todos os gostos. O vibrador, que muitas vezes é visto com preconceito, é uma extensão da mão, usado para estimular as áreas genitais e outras áreas erógenas. Porém, uma das diferenças com relação à mão é que ele é mais rápido e com ritmo constante. Dependendo do objetivo e do público alvo ele também pode ter diversas características bem peculiares, como por exemplo: formato de pênis com dois protétipos de pênis (um para a penetração vaginal e o outro para a anal); pênis de duas pontas (usado por lésbicas); pênis giratório (vibrador giratório); vibradores como borboletas (para serem acoplados na vagina); vibrador de dedo; vibrador anal; vibrador acoplado ao ipod; vibradores discretos (em formato de batom, pincel de blush, patinho de plástico); entre outros.

Além desses acessórios, outros tipos também são bastante comuns, como: fantasias e lingeries (colegial, enfermeira, bombeiro, policial…); estimuladores clitorianos; bolas de pompoarismo (técnica de auxilia no controle da musculatura pélvica); anéis penianos (manter a ereção por mais tempo, alguns com vibrador junto); plug anal (com vibrador ou não, servem para dilatar o ânus, para uma posterior relação sexual anal, ou simplesmente para proporcionar prazer); algemas; vendas; cremes, géis, óleos, pomadas e outros para aquecer e incrementar as preliminares; Cd´s, DVD´s, livros e revistas.

Vale lembrar que os acessórios devem ser limpos, para que não haja transmissão de nenhuma doença.

Qual é o melhor? Nenhum ou todos, depende de cada pessoa. Para saber qual ou quais são de sua preferência, só experimentando. Ficou curioso? Deixe o preconceito de lado, e se permita conhecer!

 

 

Acessórios Sexuais

julho 19, 2013 in Sem categoria

cesta 22-500x500Muitas pessoas ainda tem um forte preconceito contra acessórios pessoais. A ideia aqui, hoje, é desmistificá-los.

Você já utilizou algum desses acessórios? Se você pensou em dizer “não”, talvez queira reconsiderar sua resposta. Quer ver?

Você já usou alguma lingerie mais sexy? Um perfume mais marcante? Já colocou para tocar um CD mais romântico? Já passou aquele creme no corpo que é mais especial? Utilizou algum gel lubrificante? Assistiu algum filme pornô? Colocou uma fantasia?

Se agora disse “sim” para alguma dessas perguntas, então você já usou sim acessórios sexuais!

Normalmente, de primeira, quando pensamos em acessórios sexuais, logo pensamos em vibradores, sex shops e produtos mais tecnológicos ou “estranhos”. Porém, esses são apenas alguns dos acessórios sexuais, mas existem muitos outros. A dificuldade inicial com estes produtos é vencer a vergonha de comprá-los, não saber onde guardá-los, sem contar o próprio preconceito de querer usá-los.

Os acessórios sexuais, sejam eles quais forem, são elementos que podem ajudar na excitação e no prazer sexual. Eles servem para apurar os nossos cinco sentidos, são uma forma lúdica de dar “um quê a mais” na relação. Eles são formas de aprimorar e até mesmo apimentar uma relação. E não deixam de ser uma forma de mostrar interesse e cuidado com o(a) parceiro(a).

Agora que você já sabe… que “cuidado ou interesse” você tem dado ou demonstrado na sua relação?

Depois desta primeira “leve introdução” aos acessórios sexuais, na próxima publicação falarei mais sobre os “brinquedos eróticos”.